Dedicado às cervejas, aos amigos e à cultura cervejeira. Através dele procurarei sempre trazer algumas das minhas experiências cervejeiras, sejam elas sobre receitas, equipamentos ou insumos, bem como notícias relacionadas à produção caseira da bebida e às novidades cervejeiras, mostrando que, embora trabalhoso, fazer cerveja em casa não é nenhum bicho de 7 cabeças, é mais fácil do que parece, e que havendo vontade qualquer um é capaz de se iniciar neste gostoso hobby.
Enviado em 21 de Janeiro de 2010 Publicado por Botto
Meus amigos, fechadas as datas e locais pro próximo concurso nacional das ACervAs: a maior festa cervejeira do Brasil, neste ano, será em Porto Alegre, nos dias 3, 4 e 5 de junho, aproveitando o feriadão.
Os estilos escolhidos pro concurso são:
3B. Oktoberfest/Märzen
12A. Brown Porter
14C. Imperial IPA
obs: As siglas, 3B, 12A e 14C são do BJCP, onde podemos estudar mais sobre as características devidas pros estilos pedidos.
Animem-se, galera; estudem, corram atrás dos insumos necessários, degustemos exemplares do estilo, e vamos que vamos.
Tenho certeza que será um grande sucesso, mais uma vez.
Um brinde às ACervAs,
Botto
Enviado em 9 de Janeiro de 2010 Publicado por Botto
Meus amigos, eis um esqueminha pra instalação do termostato Full Gauge TIC-17 que achei há algum tempo na internet, cuja autoria desconheço, mas agradeço bastante a quem fez, uma vez que facilitou a explicação para aqueles que pretendem instalar um termostato em seu equipamento caseiro. Antes chamava os alunos pra virem aqui em casa ver minhas instalações, e agora isso não é mais preciso, tornando as visitas apenas pra bate papo e degustaçõeszinhas, hehehe.
O esqueminha é bastante simples, o desenho é auto explicativo, mas havendo qualquer dúvida estamos na área.
Enviado em 8 de Janeiro de 2010 Publicado por Botto
Nada melhor que ver flamenguistas, vascaínos e botafoguenses encherem a boca e pedirem bis, inebriados com a Fluminense!!!
Em 28 de outubro do ano passado, pela aba do curso de produção de cerveja do meu blog, fui interpelado pelo Ronaldo César sobre qual seria a cerveja que faria no curso a ser dado em 21/11. Na ocasião, sem ter definido precisamente o estilo da cerveja a ser feita, e movido por um arroubo de paixão, com doses de loucura (apelidado de otimismo) e rebeldia, respondi que tendia a fazer uma Belgian Strong Golden Ale, numa nova edição da Fluminense Ale, em homenagem ao meu time do coração, quem sabe pra dar uma forcinha, muito necessária naquele momento, seja ela de onde fosse, até as surreais.
Levei a loucura adiante e no dia do curso fiz a Fluminense Ale 3, numa adaptação da sua primeira versão. Dividi a produção em duas partes, numa inoculando fermento seco, o US-05, e na outra metade um blend de WL 530, Wyeast 1214 e S-33, este último liofilizado.
Por um descuido meu na elaboração da receita, no BeerSmith, deixei de modificar uns parâmetros do equipamento que uso nos cursos e, ao invés de sair uma belgian strong golden ale, saiu uma belgian pale ale, ou uma blond ale, sei lá o que, com 5,6% abv ao final da fermentação. Quando percebi o erro já era tarde, fiquei chateado, mas sem querer o resultado foi melhor que a encomenda, ficando ambas metades muito boas.
Como já de praxe, reuni então os alunos para degustarmos a cerveja por nós produzida, e, como se tratava da Fluminense Ale, convidei ainda alguns amigos tricolores para a degustação, a fim de matarmos dois coelhos com uma cajadada só, aproveitarmos para também comemorar o feito inimaginável (pelo menos pros sãos, incluindo os matemáticos e céticos de todo gênero, desprovidos de esperança) do nosso time, brindando com a cerveja da sorte. O bar escolhido pra degustação não podia ser outro, e o escolhido foi o Beertaste, reduto de boas cervejas, boa música e bar de tricolor.
Este post é rapidinho, é só pra registrar a degustação que fizemos no último dia 28, da cervejinha do curso passado, e dizer o quanto é gostoso e prazeroso ver framenguistas (escrito como eles pronunciam), vascaínos e botafoguenses enchendo a boca com a Fluminense, e pedindo bis, dizendo gostar, hehehe, o que é melhor ainda.
Ah, a cerveja do próximo curso, do dia 30 deste mês, será uma Smoked Porter, a Sabá Negro.
Um brinde,
Botto
Enviado em 10 de Dezembro de 2009 Publicado por Botto
Pensava e procurava um nome para dar a minha última produção, uma barley wine que fiz dia18 do mês passado, e que anteontem (07/12) coloquei pra maturar num barril de carvalho, o da foto acima , onde d’antes envelheceu por anos um bom vinho. Aproveito aqui pra agradecer ao Francisco da Salton por ter me arranjado este barrilzinho, valeu.
Como todo nome que se preza, pra mim, tem que homenagear minha eterna namorada (Feiticeira, Vidua, Dama do Lago, Maligna, Cheirosa, Graúna, etc…), e ainda, se possível, contar uma historiazinha ou fazer alusão a algum traço da cerveja (Thor, Thrúd, Fluminense, Sabá Negro, Pocahontas, …), não pode ser qualquer nome, a escolha requer atenção, sorte e nem sempre é fácil. Mas desta vez foi!!! E não é que enquanto pensava na cerveja comecei a ouvir a música Pride and Joy, do fantástico Stevie Ray Vaugham!
Letra e vídeo abaixo, pra quem não conhecer. O único retoque a ser feito na letra é incluir um barley antes do wine, hehehe,
Voltando a falar da receita, digo, de cervejas envelhecidas em barris de carvalho, são elas um sonho antigo. Um desafio que custou algum tempinho, mas me encheu de alegria, desde a procura pelo melhor barril, passando pela sua sanitização, até o seu enchimento, que daqui a algum tempinho espero que me encha de orgulho também.
Normalmente cervejas destinadas aos barris devem ser bem estruturadas, o quanto mais alcoólicas e lupuladas, pra suportarem um envelhecimento melhor, livres de contaminações. Dentre os estilos mais encontrados estão barley wine, imperial stouts e extreme IPAS. Dentre os barris mais usados estão os previamente utilizados com bourbon, brandy e vinhos, bebidas estas que passam algumas de suas características às paredes dos barris, e estas às cervejas neles armazenadas, não sendo aconselhável o uso de barris novos ou que estejam sem uso por muito tempo.
Há quase um ano, dia 15 de janeiro, nós da Biertruppe fizemos uma barley wine que envelheceu em barris de carvalho, 2 deles de brandy e 2 de vinho, e que em breve será lançada como a Biertruppe nº1, em homenagem a Bass nº1, uma das mais famosas e clássicas barley wines inglesas, e do mundo. Como nas duas anteriores, Tcheca e Saint Nicholas, buscamos resgatar e trazer pro Brasil estilos aqui inexistentes ou pouco difundidos, e nosso foco era fazer uma autêntica english barley wine, o que nos levou a usar um blend de cepas típicas de cervejas inglesas, assim como lúpulos também ingleses, a fim de que atingíssemos nosso maior objetivo, a reprodução o mais fiel possível de um estilo.
Diferentemente da feita anteriormente, nesta que fiz em casa a inspiração foi a minha querida Thor. Não é uma doppelbock, adianto de cara, tampouco uma english barley wine, mas uma mistura danada. A parte de maltes da receita se inspirou na Thor; a lupulagem é basicamente americana, summit e cascade ( O summit ganhei na Brasil Brau. Uma agradável surpresa, que aroma de tangerina fantástico ele tem), com uma pincelada inglesa do fuggle; já os fermentos são um verdadeiro samba do crioulo doido, cepa inglesa + belgas misturadas. Saí pegando tudo que tinha, hehehe, com leve inclinação pras belguinhas.
Seguem abaixo duas fotos tiradas na brassagem. Notem a quantidade de malte usada, que ocasionou dores musculares em mim e na Tati por mais de semanas, hehehe, de tentar mexer durante a mostura.
A receita dela ficou assim:
De maltes:
10,5 kg de malte pílsen da Agromalte;
4,0 kg de Munich II da Weyermann;
2,5 kg de Pale Ale da Weyermann;
2,25 kg de Vienna da Weyermann;
2,0 kg de Melanoidina da Weyermann; e
1,75 kg de Caraaroma da Weyermann.
De lúpulos:
118 g de Summit (16,3% a.a.) a 60 min do término da fervura;
106 g de Cascade (5,4% a.a.) a 20 min do término da fervura;
154 g de Fuggle (4,3% a.a.) a 5 min.
De água:
43 litros pra mostura
45 litros pra lavagem
Leveduras:
Blend de Wyeast 1388 e WL 530
Blend de Wyeast 1214 e WL 005
A brassagem não teve segredo também. Aqueci a água da mostura até 66º e adiconei os maltes, o que fez com que a temperatura baixasse pra 58º. A intenção na brassagem era adquirir o maior número possível de açúcares fermentáveis, uma vez que pela quantidade de malte utilizada já teríamos corpo mais que suficiente, então a necessidade maior era trabalhar com as beta amilases, que quebram as cadeias de açúcares em partes menores, mais fermentáveis, quebrando as cadeias a partir das suas extremidades. Assim elevei a temperatura de 58º pra 63º, temperatura em que mantive por 180 minutos, findo o que a temperatura foi elevada até 78º para inativação das enzimas.
Neste ínterim, enquanto mantínhamos a temperatura em 63º, pedi a Tati que fosse acompanhando a produção, tentando mexer o que conseguisse (estava pesado, muito pesado), pois daria uma corrida até o Vice Rey a fim de pegar um fermentinho com o Sr. Lúcio, pra uma produção futura. A idéia era ir rapidinho, mas o carro teve uma pane elétrica, fiquei enguiçado no caminho, e até o acionamento do seguro e chegada do reboque a Tati teve que levar a brassagem toda sozinha. Quando cheguei em casa ela já estava no meio da lavagem. She’s my pride and joy.
A partir daí dei uma folga pra ela, concluí a lavagem e transferi o mosto pra fervura, pra onde levei cerca de 63 litros de mosto. A fervura foi de 120 minutos, com a primeira lupulagem quando faltavam 60 minutinhos pro final da fervura, a segunda faltando 20 e a terceira apenas 5.
A fermentação ocorreu de maneira lenta por 19 dias, inicialmente a 20º e nos três últimos dias a 21º.
O resultado ficou excelente, pelo menos depois de fermentado. A leva produzida foi de 50 litros, sendo que 25 deles fermentaram com um blend de British Ale (WL005) e Wyeast 1214 (Belgian Abbey), enquanto os outros 25 foram trabalhados com Wyeast 1388 (Belgian Strong Ale) e White Labs 530 (Belgian Abbey). Pra minha surpresa o British se sobressaiu bastante em relação ao 1214.
Eis os dados colhidos da receita:
Densidade inicial (OG): 1095
Densidade final (FG): 1025
ABV: ~9,2%, sem primming
IBUs estimados pelo Beer Smith: 84,7
Cor estimada pelo Beer Smith: 54 EBC
Volume da leva: 50 litros
Mais uma foto do barril já cheio repousando dentro da câmara fria:
Enquanto a cerveja fermentava me dediquei à sanitização do barrilzinho. Enchi e o esvaziei por mais de 10 vezes com água fervente, antes de enchê-lo com a cerveja atenuada.
Agora resta tentar esquecê-lo dentro do freezer, onde a temperatura está a 2º, e daqui a algum tempo, espero que mais do que penso conseguir, degustaremos o resultado. As expectativas são boas, hehehe.
Nesta turma fizemos uma versão light, não proposital, da Fluminense Ale, que ao invés de sair uma Belgian Strong Golden Ale, saiu mais pra uma Belgian Pale Ale. O erro, explico, ficou por conta de uma distração minha, que não ajustei corretamente o Beer Smith pra eficiência do equipamento utilizado no curso.
Mas, em que pese ter ficado diferente do que pretendia, a cerveja atingiu com louvor seus objetivos, primeiramente dando sorte pro Fluzão escapar da degola, que já parecia certa no campeonato Brasileiro, e ainda, como se não bastasse, hoje a experimentei após pouco mais de duas semanas, está divina, uma delícia mesmo, e daqui há uns 20 dias vamos reunir a turma novamente pra degustarmos a Fluminense.
Logo abaixo coloco a receita da cerveja, que rendeu 47 litros:
Maltes:
10 kg de Pílsen
2,7 kg de Viena
1,0 kg de Munich
1,0 kg de aveia em flocos
Lúpulos:
Cascade (5,4% a.a.) - 100g a 60 min
Cascade - 44g a 10 min
Água:
38 litros pra mostura
41 litros pra lavagem
Leveduras:
23 litros com dois pacotinhos de US-05
24 litros com blend de White Labs 530, Wyeast 1214 e 1 pacotinho de S-33
Brassagem:
15 minutos a 53º
De 53º a 66º em 15 min
66º por 100 min
De 66º até 78º em 15 min
Fervura de 100 min
OG: 1058
FG: 1015
ABV: 5,6%
IBU: 24,3
OBS: a com o US-05 eu ainda não experimentei, mas a com o blend está maravilhosa.
Tem muita coisa legal que quero postar em breve. Tem vários bares novos vendendo boas cervejas, velhos também, e na medida do possível os sugerirei pra todos os amigos do blog.
Ah, hoje coloquei 45 litros de uma barley wine que fiz em 18/11 pra maturar num barril antigo de 50 litros de carvalho, no qual antes havia brandy.
Enviado em 25 de Outubro de 2009 Publicado por Botto
Depois da Tcheca e Saint Nicholas, vem aí a Biertruppe Vintage Nº1, a primeira Barley Wine brasileira maturada em barris de carvalho, com 9% de álcool por volume, cor avermelhada, produzida com um blend de duas cepas inglesas, carinhosamente propagadas.
O primeiro a degustá-la na fonte, diretamente dos barris e pra nossa honra, foi nada mais, nada menos, que Randy Mosher, um dos grandes cervejeiros da cena americana.
Falta pouco agora, ou pelo menos espero que falte, pro novo lançamento da Biertruppe.
Aguardem.
Um brinde,
Botto
Enviado em 13 de Outubro de 2009 Publicado por Botto
No último final de semana as ACervAs promoveram seu IV Concurso Nacional de Cervejas Artesanais, e no domingo, na quadra da escola de samba Estácio de Sá, tivemos a festa de premiação e confraternização dos cervejeiros, no que ousaria chamar de um dos maiores e melhores eventos dedicados à cerveja, tanto em qualidade quanto em diversidade de estilos.
Na categoria bock a Botto Bier ficou com o honroso 4º lugar, mas algumas das maiores alegrias do dia foram os resultados obtidos por alguns ex alunos e atuais amigos.
Na categoria American Brown Ale, a mais disputada, o Carlos Câmara faturou a primeira colocação, e o melhor, com sua primeira cerveja, mostrando que fazer cerveja não é tão difícil assim quanto se imagina, desde que com carinho, sem falar encorajando aos novatos a participar dos concursos, onde o feedback das análises já é fantástico por si só. Ele esteve na turma que dei no dia 4 de julho passado. Parabéns, Carlos, a quem tive o prazer de representar no recebimento da premiação. Ah, só devolverei os prêmios mediante a degustarmos juntos a Brunnete, hehehe.
Ainda na Brown Ale, em segundo ficou outro ex aluno, o Rafael Oliveira, também super iniciante, na sua sua primeira receita. Parabéns, Rafael.
Na categoria Estilo livreo ganhador foi o Élcio, da ACervA Catarinense, que há um ano fazia o curso aqui no Rio, e desde então vem fazendo várias cervejas. Parabéns, Élcio.
Na Livre ainda, em segundo ficou o Maurício, mais um aluno que com sua segunda cerveja arrebentou no concurso, com uma produção obtida a partir do “cruzamento” da Maligna minha e de outra do amigo Ricardo Rosa, conforme informado pelo comentário a este post. Show e parabéns, Maurício.
Pra completar o time, o Luiz e a Kica da ACervA Bahiana não fizeram feio e levaram a terceira colocação na categoria Witbier. Dois cervejeiros de mão cheia que foram um dos mais rápidos ex alunos a começarem a produzir depois do curso. Parabéns, Luiz, parabéns, Kica.
Sempre digo que o melhor dos cursos, o que me dá mais prazer, é ver o pessoal produzindo, fazer novos amigos cervejeiros, e testemunhar a qualidade das cervas é um plus muito bacana, que só me enche de orgulho ainda mais, sem dúvida!!!
Um brinde aos amigos,
Botto
Enviado em 30 de Setembro de 2009 Publicado por Botto
Mais um curso gostoso de se realizar.
Creio que esta turma tenha sido a mais atenta ao processo, não sei se por conta do interesse demonstrado nas perguntas e atenção da galera até o final, mesmo após exaustivas 12 horas de curso, ou por ter sobrado tanta cerveja. Se fortes em atenção, fracos foram no consumo, hehehe, daí crer que em breve teremos uma boa leva de novos cervejeiros caseiros (melhor pensar assim do que achar que as cervejas não estivessem tão boas, hehehe).
Eis o link pra algumas fotos do curso, e em breve postarei outras que foram tiradas pelo Aim: http://picasaweb.google.com.br/LeoBotto/CursoSetembro# .
Mais fotos: http://picasaweb.google.com/aimbere/CursoBotto19Set2009#5387797131231391378 .
Ah, no curso fizemos 48 litrinhos de uma Belgian Dark Strong Ale, e pelo andar da fermentação, 11 dias após, cheguei a mais nova contatação cervejeira: os bichinhos adoram romã.
Por fim, gostaria de agradecer à Turma, que patrocinou o curso doando as matérias primas para elaboração da cerveja.
Um brinde aos novos futuros cervejeiros,
Botto
Enviado em 20 de Setembro de 2009 Publicado por Botto
No próximo domingo, dia 27, estarei ministrando mais um curso de produção artesanal caseira de cerveja, desta vez na cidade de Londrina, no Paraná.
Interessados em participar, entrem em contato com o Vinícius através de seu email, vinicius@santoprazer.com.br .
Enviado em 20 de Setembro de 2009 Publicado por Botto
Ná última quinta feira tive o prazer de participar do Gastrono Beer, evento que harmonizou boas cervejas com bons pratos, no Restaurante Roberta Sudbrack, no Rio.
Como de se esperar, o evento foi maravilhoso. Muito bem recebidos por todos do restaurante, diante de ótimos pratos e cervejas, fomos brindados pela Cilene Saorin, mestre cervejeira e beer sommelier, com uma verdadeira aula sobre alguns atributos sensorias encontrados nas cervejas e possibilidades de associação dos mesmos com os encontrados na culinária.
Mas o mais espetacular da noite foi ver a cara de satisfação dos presentes, principalmente daqueles que desconheciam o universo possível das cervejas, com a descoberta de novos conceitos, aromas, sabores e possibilidades de harmonizações.
Um brinde à boa gastronomia,
Botto