Rapidinhas
Enviado em 6 de Julho de 2008
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Cervejas pro próximo curso
Ontem coloquei pra maturar a german pílsen e a Kölsch, ambas destinadas à degustação no próximo curso. No dia 19, então, além das Stephanis, de Botto Bier teremos:
1) Uma oatmeal stout (feita no curso passado com US-05);
2) English Pale Ale (fermento British, da White Labs);
3) Belgian Pale Ale (Trapista da White Labs)
4) Kölsch (WL Kölsch); e
5) German Pílsen (Fermentis S-23).
Correndo contra o tempo, se der ainda levarei alguns litrinhos de uma Weizen que fiz na semana passada. Dependerá de como ela estará.
Ressurreição
Ressuscitando o post sobre “divergências” entre as escolas belga e alemã:
Nesta semana soubemos, e esperamos ansiosamente por ela, do lançamento da Baden Baden Tripel, que, segundo o Mestre Cervejeiro da Schin, Sr. Otto Dummer, trata-se de uma ale inspirada no estilo belga, com 14% de álcool por volume que passou por três fermentações.
Grifei a expressão “três fermentações” por que ela me permite aduzir, mesmo sem conhecer o Sr. Otto - que soube ser um excelente cervejeiro, que a cerveja é feita por um seguidor da escola alemã de cerveja. Os termos dubbel, tripel ou quadrupel, e por aí vai, são explicados, exceto pelos cervejeiros alemães, pelo extrato original da cerveja. Para os seguidores da escola alemã, no entanto, tais termos decorrem de mais de uma fermentação ou do uso de mais de um tipo de grão. Dentre estes seguidores, minoria são os que caracterizam tais estilos pelo extrato original da cerveja.
Praticamente, esta discussão não interessa em nada, mas tão somente como curiosidade.
Por fim, tomada a devida licença cervejística, o teor de 14% abv é um pouco acima do usual para tripels, o que não quer dizer que a Baden Baden tripel fique ruim. Esperemos por ela.
Saúde,
Botto